Música

LACRE! Pabllo Vittar lança clipe de “Corpo Sensual”, sua parceria com Mateus Carrilho

 

 

 

LACRE! Pabllo Vittar lança clipe de “Corpo Sensual”, sua parceria com Mateus Carrilho

ESTAMOS PASSANDO MAAAAAAAL! Como prometido, a diva Pabllo Vittar lançou nesta quarta-feira (06) o tão aguardado clipe de “Corpo Sensual”, sua parceria com Mateus Carrilho, integrante da Banda Uó. O clipe chega cheio de expectativas, já que a cantora vive o auge de sua carreira, colhendo os frutos do exitoso álbum “Vai Passar Mal”.

Gravado em São Bento do Sapucaí, na Serra da Mantiqueira, em São Paulo, e dirigido por João Monteiro e Fernando Morais, o vídeo fez jus ao título da música e ficou com um clima dançante e sensual, com Pabllo e Mateus interpretando a faixa num bar da cidade. Tem muito close, carão, sensualidade e looks babadeiros, que deixaram o clipe ainda mais maravilhoso. 

Recentemente, a diva assinou contrato com a Sony Music e tem arrasado nas parcerias musicais. Depois de “Sua Cara”, com Anitta e Major Lazer, e “Decote” com Preta Gil, Pabllo já tem uma colaboração com Lucas Lucco, que deverá ser lançada em breve.

Vai Malandra' pode ser lançado a qualquer momento

 

 

 

'Vai Malandra' pode ser lançado a qualquer momento

Terry Richardson, diretor do clipe de 'Vai malandra', disse que o clipe novo da Anitta pode sair a qualquer momento. Por coincidência, ou não, Anitta marcou para este domingo, às 10h30, uma coletiva em São Paulo em uma loja da C&A, que justamente patrocinou o novo vídeo da cantora, gravado há algumas semanas no Vidigal.

Novo disco de Chico Buarque traz canções de amor e crítica social

 

 

 

Novo disco de Chico Buarque traz canções de amor e crítica social

O novo disco de Chico Buarque de Hollanda, “Caravanas”, chega às lojas físicas e digitais na sexta-feira, dia 25. Há mais de um mês, contudo, ele é uma pauta movimentada nas redes sociais. O sucessor de “Chico” (2001) é aguardado com ansiedade pela imensa massa de fãs do cantor (“chicolatras”, como se autoreconhecem muitos deles) e com azedume pelos detratores mais dedicados (o tipo de gente que leva para o lado pessoal a aparição de um novo trabalho de um artista de que não gostam).

Nesta terça-feira, dia 22, a gravadora Biscoito Fino liberou o trabalho para audição. As primeiras impressões do disco são boas. Não é nada que vá revolucionar a MPB ou impactar a discografia do compositor, mas deve cair fácil no gosto dos fãs (sem que seja preciso testar a fidelidade com o ídolo). 

No fim de julho, foi lançado digitalmente “Tua cantiga”, primeiro single do álbum. Parceria de Chico com o pianista Cristovão Bastos, é ela quem abre o disco. Bastos ao piano, o baterista Jurim Moreira e o cearense Jorge Helder no baixo acompanham Chico, cantando as juras de amor exageradas de um amante, que promete deixar mulher e filhos para trás, aos caprichos da amada. Houve polêmica: uns atacando o “machismo” da letra; outros, mais moralistas, a “apologia ao adultério”. Bobagens de quem acha que qualquer obra de arte tem que seguir o padrão confessional e opinativo de um “textão” no Facebook.

“Caravanas” destoa de “Chico”, ao trazer um Chico Buarque de Hollanda mais tradicional, trilhando ramos bem sucedidos de seu cancioneiro - o amor e as relações, quase sempre; e os quadro sociais, em um ou outro momento. No álbum de 2011, havia uma melancolia que atravessava as músicas e uma reincidente reflexão sobre a velhice. O disco, por isso, se conectava com o romance autobiográfico “O irmão alemão”, que o compositor lançou três anos depois. Aqui, Chico até banca o ficcionista, mas com um olhar para fora - ou, se é o caso de ser radicalmente pessoal, as referências são bem cifradas.

Ainda para falar de amor: é bonito o bolero de linha tradicional “Casualmente”, que Chico compôs com Jorge Helder para a cubana Omara Portuondo, que não chegou a gravá-lo. Aqui, o dono do álbum se divide entre o espanhol e o português.

Das nove canções do álbum, “Tua antiga” não é a única que os fãs já conhecem. Chico colocou sete inéditas em “Caravanas” e trouxe outras duas, de safras mais antigas e já registradas em sua voz. “Dueto” sempre foi o que o título entrega, um encontro de vozes. Nara Leão a lançou em um LP, de 1980, com a participação de Chico. Em 2001, ele cantou os mesmos versos com Zizi Possi. A parceira da vez é a neta Clara Buarque, filha de Carlinhos Brown. O arranjo é mais próximo da versão com Nara, sem que a voz de Clara faça sombra à da bossanovista. A neta de Chico faz a linha Mallu Magalhães, Clarice Falcão: tudo muito fofinho, mas sem relevo. O avô até atualiza seus versos, incluindo referência ao “Face”, ao WhatsApp, ao Tinder e outros canais das paixões contemporâneas. (Melhor se sai Chico Brown, irmão de Clara, e parceiro do avô em “Massarandupió”, espécie de valsa com arranjo orquestral de Luiz Claudio Ramos).

Claudia Leitte encerra Brazilian Day em Nova York

 

 

Claudia Leitte encerra Brazilian Day em Nova York

Claudia Leitte encerrou neste domingo o Brazilian Day, em Nova York. A cantora relembrou sucessos que marcaram sua carreira solo e que fazem parte de sua mais nova turnê 'Claudia 10'. 'Extravasa', 'Largadinho', 'Corazon', além de seu mais recente hit, 'Baldin de Gelo'. fizeram parte do repertório. E com um medley de 'Caranguejo' e 'Água Mineral', a cantora fez a Avenida pular ao ritmo da corda do caranguejo das ruas de Salvador.

 “Nós somos o nosso país. Somos aqueles que fazem a diferença e que colocam o amor acima de tudo. A gente pode sair do Brasil, mas o Brasil nunca sairá da gente. E hoje, mais uma vez, trouxemos o carnaval para a Sexta Avenida”, agradeceu Claudia Leitte, que convocou Marcos & Belutti e Sorriso Maroto ao palco para, juntos, se despedirem de Nova York ao som de 'Amor Perfeito', clássico interpretado por Roberto Carlos.

O presente de Paulo Miklos

 

 

 

 

O presente de Paulo Miklos

Longe dos Titãs há um ano, Paulo Miklos lança seu terceiro álbum solo, "A gente mora no agora"

 

Do lançamento dos dois primeiros álbuns solo até o terceiro, Paulo Miklos (58) viveu 16 anos. "A gente mora no agora", disponível desde a última sexta-feira (11) nas plataformas digitais, é, no entanto, praticamente a estreia solo de Miklos, após sua saída dos Titãs. Ex-vocalista da clássica formação do rock nacional, ele se revela atualizado e se permite compor em parceria entre veteranos (Erasmo Carlos, Guilherme Arantes) e novos músicos (Tim Bernardes, Mallu Magalhães, Russo Passapusso, e outros).

Lançado pela Deck Disc e pelo programa Natura Musical, o álbum sucede o primeiro disco homônimo (1994) e "Vou ser feliz e já volto" (2001). Paulo Miklos, voz de clássicos dos Titãs como "Sonífera Ilha", "Bichos Escrotos" e "Pra Dizer Adeus", contou com a produção de Pupillo (Nação Zumbi) e coprodução de Apollo Nove.

Embora tenha contado com um quadro heterogêneo de parceiros para compor e gravar o disco, a sonoridade das 13 faixas mantém uma unidade que aproxima Miklos, marcado pela identidade roqueira dos Titãs, de suas referências da música brasileira. Os versos da primeira faixa, uma parceria com o rapper Emicida, inspiraram o título "A gente mora no agora".

"Fizemos essa canção juntos, a letra é dele. Quando ele diz 'trouxe o ontem no peito', fala dessa coisa da (longa) estrada. E desse meu momento de reconstrução, de um disco que traz uma nova imagem minha", revela Paulo Miklos, em entrevista por telefone.

Questionado se, esteticamente, o novo álbum guarda alguma relação com os dois discos anteriores, Miklos situa que está causando uma "confusão", de propósito, para deixar claro que o trabalho inaugura uma nova fase. Ele enfatiza que, livre da agenda dos Titãs, teve oportunidade de se entregar mais à carreira solo.

"São experiências bem diferentes. No primeiro disco fiz tudo sozinho: letras e músicas. Cantei e toquei em todas as faixas. Foi um exercício individual mesmo, e teve um caráter de conversar um pouco com o que os Titãs fizeram no 'Titanomaquia' (1993)", detalha Paulo Miklos, sobre um dos álbuns mais pesados e influentes da carreira da banda paulistana.

Já para o segundo trabalho, ele teve a mão do produtor Dudu Marote (Skank, Pato Fu). "E o terceiro vem com todo esse aprendizado. Para esse disco, quis deixar escrito a minha formação na música popular brasileira. Cresci ouvindo MPB e quis deixar claro essas referências", conta Miklos.

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