Política

Opção Tasso ganha força dentro do Congresso para ser o substituto de Temer

 

 

Opção Tasso ganha força dentro do Congresso para ser o substituto de Temer

Michel estaria discutindo com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício Oliveira, os termos para deixar o cargo.

A prisão nesta terça-feira (23) do assessor especial de Michel Temer, o ex-vice-governador do Distrito Federal, Tadeu Filipelli, e a entrega de R$500 mil da propina paga pela JBS ao deputado Rodrigo Rocha Loures fragilizou demais a permanência do presidente no Planalto.

Temer estaria discutindo com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício Oliveira, os termos de sua renúncia. Ele quer a garantia que não será preso. Cumprido esse compromisso, Temer topa entregar sua carta abdicando de continuar na Presidência da República.

A renúncia de Temer é dada como certa no Congresso. Hoje, o nome que mais ascende na preferência da classe política e dos empresários brasileiros é do presidente nacional do PSDB, senador Tasso Jereissati.

Tasso resistia a ser eleito presidente interino por um ano e sete meses de mandato. Mas, acabou convencido e mudou de opinião nas últimas 24h, admitindo, ainda de modo tímido, concorrer nas eleições indiretas, se essa for a vontade do Congresso brasileiro.

O que mais pesa a seu favor é o respaldo do presidente do Senado, Eunício Oliveira. Tasso e Eunício estão aliados na defesa dos interesses do Brasil.

Cid Gomes nega ter recebido propina e anuncia processos

 

 

Cid Gomes nega ter recebido propina e anuncia processos

Ex-governador nega ter conversado com os delatores sobre ajuda para suas campanhas e a de Camilo Santana

 Cid gomes (pdt) afirma que vai processar, por crime de calúnia e difamação, o empresário wesley batista, um dos donos da jbs, que o denunciou como um dos políticos brasileiros que receberam "propina" distribuída por aquela empresa, para a campanha que elegeu o governador camilo santana (pt), em 2014.

O ex-governador cid gomes deu uma entrevista coletiva, no fim da manhã de ontem, nas dependências da assembleia legislativa, ao lado de deputados federais, estaduais e outros aliados, para fazer sua defesa, ao tempo que relatou encontros mantidos com o empresário e seu irmão, joesley batista, sem, contudo, tratar de questões relacionadas a financiamento de campanha eleitoral.

"quero veementemente registrar a minha indignação por essas denúncias e quero dizer que não me resta nenhum outro caminho, que não seja processar o delator por calúnia", apontou, em tom de revolta. "constituirei advogado e irei processar o delator por calúnia e difamação".

O dono da jbs afirmou que cid gomes teria solicitado r$ 20 milhões para a campanha ao governo do estado do seu sucessor, camilo santana, em 2014. De acordo com wesley batista, o secretário de estado, arialdo pinho, e o então deputado federal antônio balhmann, que hoje faz parte do secretariado estadual, teriam dado sequência à cobrança do valor.

Sobre isso, cid gomes afirmou que em todas as campanhas tem o cuidado para que os candidatos não se envolvam diretamente na arrecadação. "embora não fosse eu o candidato em 2014, todas as nossas campanhas têm regras e nos cercamos de cuidados. Já havia dito que candidato não cumpre a tarefa de pedir recursos a quem quer que seja, para que, exatamente nos cercando de cuidados, aquilo não fique implícito de que o doador terá eventualmente algum benefício", disse.

Eunício retorna à presidência e aprova PEC que torna estupro imprescritível

 

 

Eunício retorna à presidência e aprova PEC que torna estupro imprescritível

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), retomou, nesta terça-feira (09), ao comando dos trabalhos no plenário com a discussão e aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 64/2016) que torna o crime de estupro imprescritível. A matéria foi referendada pela unanimidade dos senadores e segue agora para análise da Câmara.

Com o texto, o estupro passa a ser considerado, juntamente com os crimes de racismo e de ação de grupos armados contra a ordem constitucional e o Estado Democrático, como “inafiançável e imprescritível”. A mudança significa que o crime poderá ser punido a qualquer tempo, mesmo depois de vários anos da ocorrência do estupro.

Atualmente, o tempo de prescrição varia de acordo com o tempo da pena, que é diferente em cada caso. O tempo de prescrição pode se estender a até 20 anos. Para estupro de menor de idade, porém, a contagem só começa após a vítima fazer 18 anos.

Ao iniciar a ordem do dia, Eunício agradeceu as manifestações de carinho durante os dias que esteve afastado dos trabalhos do Senado em razão de um problema de saúde. “Quero agradecer a população do meu querido Ceará e de todo o Brasil. Aos meus amigos, ás lideranças políticas do Ceará que manifestaram inestimável solidariedade nas mensagens, nas orações”, disse.

Ele ainda agradeceu o apoio e a forma como o vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima, conduziu os trabalhos legislativos enquanto esteve ausente. “Quero fazer uma saudação especial ao querido amigo que na minha ausência conduziu os trabalhos legislativo com grandeza, com serenidade, à altura do verdadeiro espírito público que o povo da Paraíba aprendeu a admirar e respeitar”, reconheceu.

Após delação, ministro Fachin autoriza inquérito contra Temer

 

 

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de inquérito para investigar o presidente Michel Temer. O pedido de investigação foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A partir de agora, Temer passa a ser investigado no âmbito da Operação Lava Jato.

Michel Temer pode ser investigado porque os supostos crimes a ele atribuídos foram cometidos durante o mandato presidencial.

O pedido foi baseado na delação do grupo JBS, que atingiu o governo Temer em cheio. Um dos donos da empresa de proteína animal, Joesley Batista, afirmou em delação à PGR que gravou o presidente Temer dando aval para manter o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em silêncio, por meio de mesadas de R$ 500 mil.

Lula, cara a cara com o juiz Sérgio Moro, um duelo-chave para o Brasil

 

 

Lula, cara a cara com o juiz Sérgio Moro, um duelo-chave para o Brasil

Lula e Moro, cara a cara. O político brasileiro mais importante da história recente e o juiz que encarna a cruzada anticorrupção se verão pela primeira vez nesta quarta-feira (10), em um duelo chave para o futuro imediato do país.

Em Curitiba, capital da "Operação Lava Jato", o juiz de primeira instância Sérgio Moro interrogará o ex-presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) para determinar se ele recebeu um luxuoso apartamento da construtora OAS, envolvida no esquema de propinas da Petrobras, como retribuição por favores ilegais. 

Começou exatamente às 14h18 desta quarta o depoimento do ex-presidente Lula ao juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações da operação Lava-Jato na primeira instância. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da Justiça Federal de Curitiba, no Paraná. O petista chegou às 13h45 à sede da Justiça – 15 minutos antes do horário previsto para o início da audiência, segurando a bandeira do Brasil e acompanhado por manifestantes.

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