Política

'Eles vão ter que me engolir', diz Lula em ato em Vitória

 

 

 

 

 

'Eles vão ter que me engolir', diz Lula em ato em Vitória

O ex-presidente chamou de bobagem a suposição de que não será candidato na disputa presidencial

Dois dias após a divulgação de pesquisa Datafolha que o aponta na liderança da corrida presidencial em 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou de bobagem a suposição de que pode não ser candidato na disputa.

"Como disse Zagallo, eles vão ter que me engolir", disse, em referência a uma frase que ficou famosa na boca do ex-técnico da seleção Mário Jorge Lobo Zagallo.

Durante ato no centro de Vitória (ES), na noite desta segunda-feira (4), o petista afirmou: "Não fiquem com essa bobagem de que o Lula não será candidato, não. Vou ser candidato e vou ganhar as eleições".

Um drone foi usado para detectar a ocorrência de manifestação antes que a comitiva chegasse ao ato.

Pouco antes de o petista assumir o microfone no ato, o presidente da CUT, Vagner Freitas, citou a pesquisa Datafolha para dizer que há uma tentativa de impedir a candidatura do ex-presidente. "Eleição sem Lula é golpe", discursou.

Ao pé do palco, o coordenador das Caravanas de Lula e vice-presidente do PT, Marcio Macedo, disse que os números da pesquisa, somado às consultas encomendadas pelo partido, consolidam a candidatura do ex-presidente, algo irrevogável, segundo ele.

Em seu primeiro discurso após a divulgação da pesquisa, o ex-presidente também lembrou ter lançado, durante a disputa presidencial de 2002, uma carta aos brasileiros em uma tentativa de tranquilizar o mercado quanto a riscos de sobressalto na economia. E acrescentou: "Quero voltar a ser Lulinha paz e amor".

Camilo almoça com Eunício e tira qualquer dúvida quanto à aliança de 2018

 

 

 

Camilo almoça com Eunício e tira qualquer dúvida quanto à aliança de 2018

Encontro aconteceu na casa da irmã do presidente do Senado, Dena Oliveira, no Crato.

Ogovernador Camilo Santana (PT) e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), estão cada vez mais próximos. Ontem, após cumprirem agenda no Cariri, almoçaram no Crato na casa da irmã de Eunício, Dena Oliveira, ex-prefeita de Lavras da Mangabeira.

Também estiveram presentes o presidente da Assembléia Legislativa, Zezinho Albuquerque (PDT), o prefeito de Juazeiro do Norte, Arnon Bezerra (PTB), o prefeito do Crato, Zé Ailton (PP), o prefeito de Lavras, Ildsser Lopes (PMDB), e o deputado estadual Danniel Oliveira (PMDB), sobrinho de Eunício. Um típico almoço de família com a presença de um amigo de casa: Camilo.

Se havia alguma dúvida quanto à aliança para 2018, ela foi posta em pratos limpos no Crato. Ciro vai ter de engolir.

Camilo Santa dispensou o aparato oficial e foi dirigindo o próprio carro até a casa de Dena Oliveira, onde foi bem recebido.

PSDB desses caras não é o meu nem do FHC', diz Tasso

 

 

 

PSDB desses caras não é o meu nem do FHC', diz Tasso

Aliados do senador cearense condenaram a decisão do mineiro, mas avaliam que candidatura se fortalece

 Brasília. Destituído da presidência do PSDB por Aécio Neves, o senador Tasso Jereissati (CE) disse que o partido do senador mineiro não é o mesmo do seu. "O PSDB desses caras não é o meu. E não é o do Fernando Henrique, do Mário Covas, do José Richa, do Franco Montoro".

Inicialmente, Tasso disse ter sido surpreendido pela postura de Aécio e afirmou que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também não foram informados da decisão. Mais tarde, disse: "Foi uma surpresa diante de uma pessoa com a qual eu não deveria mais me surpreender".

"Ele não está pensando no coletivo do partido há muito tempo, desde que ele está agarrado nesta presidência".

Lava-Jato prende ex-chefe da Casa Civil de Sérgio Cabral, no Rio

 

 

Lava-Jato prende ex-chefe da Casa Civil de Sérgio Cabral, no Rio

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (23) a Operação C'est fini para prender o ex-secretário da Casa Civil do Rio Régis Fichtner e os empresários Georges Sadala e Maciste Granha de Mello Filho. O empresário Fernando Cavendish está sendo conduzido coercitivamente e Alexandre Accioly intimado a depor.

As investigações apontam fraudes no pagamento de precatórios no Rio. Fichtner era o coordenador do chamado Refis estadual, que vigorou entre 2010 e 2012, no qual o Estado concedia isenção na multa e desconto nos juros sobre impostos em atraso.

O pagamento poderia ser feito com depósito em dinheiro ou através de precatórios -título emitido pela Justiça quando o Estado é condenado a pagar certa quantia. A lógica do encontro de contas é simples: o governo abre mão da dívida e, ao mesmo tempo, quita o precatório.

Em 2014, a Folha de S.Paulo revelou que o comércio de precatórios do Rio se intensificou em razão do programa e movimentou mais de R$ 1,7 bilhão. Até indenizações a parentes de pessoas mortas pela polícia do Rio foram usadas para pagar, com desconto, dívidas de empresas com o Estado.

Aécio não renuncia, mas Tasso segue no comando

 

 

Aécio não renuncia, mas Tasso segue no comando

Senador peessedebista e ex-candidato à Presidência da República justificou seu apelo dizendo que saída seria uma confissão de culpa, após ser acusado de pedir propina ao empresário Joesley Batista, da JBS

Brasília. Após uma nova queda de braço sobre o comando do PSDB, os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) conversaram, ontem, e descartaram uma renúncia de Aécio à presidência da sigla. De acordo com Tasso, que é presidente interino do PSDB, o mineiro pediu para permanecer como licenciado do cargo. O argumento usado seria de que uma renúncia definitiva significaria uma "confissão de culpa".

Além disso, é levado em conta o fato de que está prevista para 9 de dezembro a convenção nacional do partido, que elegerá nova presidência.

O senador cearense disse que Aécio tomou sua decisão, mas que ele está "consultando as bases" para decidir o que deve fazer. "Ele me fez um apelo e estou ouvindo a posição de que está muito perto (da convenção) e (deixar a presidência) seria causar um novo tumulto", disse logo após a reunião com Aécio. Apesar de deixar numa condicional, o tucano dá sinais de que permanecerá na sigla até o fim do ano.

Segundo ele, Aécio disse que não ocupará nenhum protagonismo nem no PSDB nem na política nacional. Ele teria dito que se concentrará em duas coisas: defender-se das acusações a que responde na Justiça e cuidar de sua base eleitoral em Minas Gerais. Segundo colocado nas eleições presidenciais em 2014, Aécio tem seu mandato como senador encerrado no fim de 2018, quando deve disputar o cargo novamente ou optar por uma vaga na Câmara se quiser manter foro no STF (Supremo Tribunal Federal).

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