Política

Jair Bolsonaro é contra o Indulto Natalino

Nesta quarta-feira, o STF discute a validade do indulto editado por Michel Temer em 2017.

 

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O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), publicou na sua página do Twitter nesta quarta-feira (28) que no seu mandato não irá conceder indulto para presos. “Fui escolhido presidente do Brasil para atender aos anseios do povo brasileiro. Pegar pesado na questão da violência e criminalidade foi um dos nossos principais compromissos na campanha. Garanto a vocês, se houver indulto para criminosos esse ano, certamente será o último”, escreveu Bolsonaro.

Nesta quarta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) discute a validade do indulto editado pelo atual presidente, Michel Temer (MDB). O Perdão normalmente é concedido pelo presidente da República nos finais de cada ano para condenados que tenham cumprido um quinto das penas em crimes sem violência ou grave ameaça.

 

Fonte: O Povo Online

Juiz federal abre ação penal contra Lula, Dilma e Palocci

Eles foram acusados pelo MPF de praticar grande quantidade de delitos na administração pública.

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A ação Penal por suposta associação criminosa envolvendo integrantes da cúpula do Partido dos Trabalhadores foi aberta pelo Juiz Vallisney Oliveira, da 10° Vara Federal do Distrito Federal. Passam a ser réus na ação os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, os ex-ministros Antônio Palocci e Guido Mantega, além do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.

Eles foram acusados pelo Ministério Público Federal (MPF) de praticar grande quantidade de delitos na administração pública durantes os governos de Lula e Dilma, chegando a somar R$1,4 bilhões em desvio de recursos dos cofres públicos.

O caso ficou conhecido como “quadrilhão do PT”, pois se originou de um inquérito no qual integrantes de diversos partidos eram investigados por organização criminosa, mas depois foi dividido por partidos.

 

Fonte: G1 

Camilo Santana critica saída dos médicos cubanos

Para o Governador do Ceará, não se pode tomar medidas de tamanha relevância e impacto à revelia de estados e municípios.

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O governador do Ceará Camilo Santana criticou a saída dos profissionais cubanos do programa Mais Médicos na manhã desta sexta-feira (16). A declaração foi publicada no perfil oficial do governador dois dias após o Ministério da Saúde de Cuba decidir que vai deixar o programa.

“Isso [saída dos médicos] deverá causar um enorme prejuízo, principalmente em municípios onde os médicos cubados desempenham importante papel nas unidades básicas de saúde”. Publicou Camilo em sua conta no Facebook.             

A decisão de sair do país foi anunciada pelo governo após o presidente eleito anunciar mudanças no projeto, não sendo aceitas pelo governo cubano.

 

Fonte: G1

Assessor de Trump confirma encontro com Bolsonaro

A reunião será no dia 29 de novembro, no Rio Janeiro.

 

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Na próxima semana, o assessor de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton, virá ao Brasil para uma reunião com Jair Bolsonaro com o intuito de da mais um passo para uma aproximação do governo do presidente eleito e o de Donald Trump. O encontro será na quinta-feira (29), no Rio de Janeiro. “Ansioso para encontrar com o próximo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, no Rio, em 29 de novembro. Compartilhamos muitos interesses bilaterais e trabalharemos de perto para aumentar a liberdade e a prosperidade em todo hemisfério ocidental”, escreveu o assessor em seu Twitter.

Há expectativas por parte do entorno de Bolsonaro sobre a presença de Trump na posse do presidente eleito, em 1° de janeiro. Durante dois anos de mandado, Trump tem delegado à sua equipe, como o vice-presidente Mike Pence, as visitas à América Latina.

 

Fonte: O povo Online 

Cuba sai do programa Mais Médico

A decisão aconteceu após declarações de Jair Bolsonaro sobre mudanças no programa.

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Nesta quarta-feira (14) o governo cubano informou sua saída no programa Mais Médico, após declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que anunciou mudanças no projeto.

“Diante desta realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública (Minasp) de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médico e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana da Saúde (OSP) e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam essa iniciativa”, relatou a entidade em um comunicado.

O presidente eleito, em contrapartida, publicou no Twitter que a continuidade do programa dependeria da aplicação de teste de capacidade e salário integral aos profissionais, pois segundo Bolsonaro a maior parte é destinado à “ditadura” cubana. Ele ainda defendeu a liberdade para que os médicos pudessem trazer suas famílias ao Brasil.

 

Fonte: O Povo Online 

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