Política

Antonio Palocci é condenado a 12 anos por corrupção e lavagem de dinheiro

 

 

 

Antonio Palocci é condenado a 12 anos por corrupção e lavagem de dinheiro

Ex-ministro foi condenado na primeira instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro

O juizSergio Moro, responsável pelas ações daLava Jatoem Curitiba, condenou na manhã desta segunda (26) o ex-ministroAntonio Palocci(PT) a 12 anos de prisão.

Na sentença, Palocci é condenado porcorrupção passivaenvolvendo contratos com aOdebrechtna construção das sondas entre Sete Brasil e o Estaleiro Enseada do Paraguaçu. Ele também foi condenado por 19 crimes delavagem de dinheiro.

Palocci foi ministro da Fazenda no governo Lula e da Casa Civil, deDilma Rousseff.

Nessa ação, ele foi investigado por ter interferido para favorecer a Odebrecht em uma licitação de 21 sondas Petrobras.

Segundo a condenação, ele movimentou e ocultou US$ 10,2 milhões, por meio de off-shores no exterior, de uma conta corrente que chegou a movimentar até R$ 100 milhões em propinas para cobrir custos de campanhas do PT.

TRF nega pedido da defesa de Lula e critica banalização de habeas corpus

 

 

TRF nega pedido da defesa de Lula e critica banalização de habeas corpus

Em nota, o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, afirma que a produção de novas provas são importantes.

O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), negou pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para realização de diligências para produção de novas provas no processo que acusa o petista pelos crimes lavagem de dinheiro e ocultação de bens, nos quais ele teria recebido valores indevidos de empreiteiras. Gebran Neto também negou o pedido de suspensão da ação penal relacionada ao caso do triplex no Guarujá.

Ele ressaltou que a decisão de avaliar a necessidade de novas diligências cabe ao juiz de primeira instância, neste caso, Sérgio Moro. “Cabe ao julgador aferir quais são as provas desnecessárias para a formação de seu convencimento, de modo que não há ilegalidade no indeferimento fundamentado das cópias que a defesa pretendia, notadamente se impertinentes à apuração da verdade”.

Além de negar o pedido, o desembargador teceu críticas ao expediente utilizado pela defesa do ex-presidente, que impetrou um habeas corpus, comumente utilizado para pedir a liberdade de acusados. “A impetração de habeas corpus destina-se a corrigir eventual ilegalidade praticada no curso do processo, sobretudo quando houver risco ao direito de ir e vir do investigado ou réu”. O desembargador recomendou ainda que o recurso do habeas corpus não seja banalizado.

“Embora pareça excesso de rigor, impera a necessidade de melhor otimizar o uso do habeas corpus, sobretudo por se tratar de processo afeto à Operação Lava-Jato, com mais de 400 impetrações, boa parte delas discutindo matérias absolutamente estranhas ao incidente. A par disso, a jurisprudência do tribunal tem sido flexível em alguns casos - porque não dizer tolerante - de impetrações sem afeição com o direito à liberdade”.

Aliados testam hipótese de Tasso candidato, com Jobim na Justiça

 

 

 

Apesar da resistência de Temer, os aliados acreditam que sua saída deverá ocorrer com a cassação da chapa em que o peemedebista foi eleito vice de Dilma Rousseff (PT) em 2014, em 6 de junho

A expectativa antes do encontro era de que Tasso se comprometeria a não ser candidato à reeleição no caso de virar presidente.

A mais nova configuração testada na cúpula dos aliados que apostam na cassação de Michel Temer prevê o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) como candidato indireto a presidente, o ex-ministro Nelson Jobim (PMDB) como titular da Justiça e a manutenção de Henrique Meirelles (PSD) à frente da equipe econômica em caso de vitória.

Para pacificar o PSDB, Tasso veio nesta quinta (25) a São Paulo para encontrar-se com o governador Geraldo Alckmin e o prefeito João Doria, ambos seus correligionários.

Aos gritos de 'Temer eu te amo', mulher passa mal na entrada do Planalto

 

 

Aos gritos de 'Temer eu te amo', mulher passa mal na entrada do Planalto

Aos gritos de "Michel Temer eu te amo", e "Eu não quero morrer antes sem te ver", uma mulher tentou entrar nesta quarta-feira (7) no Palácio do Planalto, onde ocorreu a cerimônia de lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018.

Após ser barrada pela segurança próxima aos detectores de metal, a mulher ainda não identificada, passou mal e ficou alguns minutos deitada no chão, mas consciente.

Em seguida, ainda muito nervosa, ela foi atendida pelos brigadistas, colocada em uma cadeira de rodas e levada para atendimento dentro do Planalto. No momento em que era encaminhada, ainda murmurou algumas palavras: "Vocês estão mentindo. Não vão me levar para encontrar o Temer".

Opção Tasso ganha força dentro do Congresso para ser o substituto de Temer

 

 

Opção Tasso ganha força dentro do Congresso para ser o substituto de Temer

Michel estaria discutindo com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício Oliveira, os termos para deixar o cargo.

A prisão nesta terça-feira (23) do assessor especial de Michel Temer, o ex-vice-governador do Distrito Federal, Tadeu Filipelli, e a entrega de R$500 mil da propina paga pela JBS ao deputado Rodrigo Rocha Loures fragilizou demais a permanência do presidente no Planalto.

Temer estaria discutindo com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício Oliveira, os termos de sua renúncia. Ele quer a garantia que não será preso. Cumprido esse compromisso, Temer topa entregar sua carta abdicando de continuar na Presidência da República.

A renúncia de Temer é dada como certa no Congresso. Hoje, o nome que mais ascende na preferência da classe política e dos empresários brasileiros é do presidente nacional do PSDB, senador Tasso Jereissati.

Tasso resistia a ser eleito presidente interino por um ano e sete meses de mandato. Mas, acabou convencido e mudou de opinião nas últimas 24h, admitindo, ainda de modo tímido, concorrer nas eleições indiretas, se essa for a vontade do Congresso brasileiro.

O que mais pesa a seu favor é o respaldo do presidente do Senado, Eunício Oliveira. Tasso e Eunício estão aliados na defesa dos interesses do Brasil.

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