Política

Eduardo Cunha é condenado a 15 anos de reclusão por três crimes na Lava Jato

 

 

Eduardo Cunha é condenado a 15 anos de reclusão por três crimes na Lava Jato

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, condenou nesta quinta-feira (30) o deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a 15 anos e 4 meses de reclusão. Esta é a primeira condenação dele na Lava Jato.

Na denúncia oferecida à Justiça Federal, o Ministério Público Federal (MPF) acusou Eduardo Cunha de receber propina em contrato da Petrobras para a exploração de petróleo no Benin, na África. O ex-deputado é o único réu deste processo, que estava no Supremo Tribunal Federal (STF) e foi encaminhado à 13ª Vara da Justiça Federal no Paraná após Cunha ser cassado.

"O condenado recebeu vantagem indevida no exercício do mandato de Deputado Federal, em 2011. A responsabilidade de um parlamentar federal é enorme e, por conseguinte, também a sua culpabilidade quando pratica crimes. Não pode haver ofensa mais grave do que a daquele que trai o mandato parlamentar e a sagrada confiança que o povo nele deposita para obter ganho próprio. Agiu, portanto, com culpabilidade extremada, o que também deve ser valorado negativamente", afirmou o juiz federal na sentença.

A defesa do deputado cassado informou que vai recorrer ao Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, em Porto Alegre (RS).

Eunício diz que Senado vai votar 2º projeto sobre terceirização

 

 

Eunício diz que Senado vai votar 2º projeto sobre terceirização

O senador se refere a texto apresentado em 2015, já aprovado pela Câmara

De acordo com Eunício, a ideia é que o presidente da República faça uma "seleção" do que irá sancionar nos dois projetos aprovados.

Um dia após a Câmara dos Deputados aprovar a liberação ampla da terceirização baseada em um projeto de quase 20 anos atrás, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), afirmou nesta quinta-feira (23) que os senadores irão votar nos próximos dias um projeto mais recente sobre o tema.

Ele se refere a texto apresentado em 2015, já aprovado pela Câmara, e que traz mais salvaguardas aos trabalhadores do que o projeto que os deputados enviaram para a sanção do presidente Michel Temer. De acordo com Eunício, a ideia é que o presidente da República faça uma "seleção" do que irá sancionar nos dois projetos aprovados.

"Esse outro projeto que está tramitando vai ser o projeto para complementar, se for o caso, o projeto na Câmara, porque o Senado é a Casa revisora", disse Eunício, segundo quem é "natural" a Câmara ter recorrido à manobra de desengavetar um projeto de 20 anos que não teve o aval da maioria da atual composição do Senado.

Eunício Oliveira é internado para retirar a vesícula

 

Eunício Oliveira é internado para retirar a vesícula

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), foi submetido a uma cirurgia na manhã desta quinta-feira, em Brasília, para a retirada da vesícula, segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa da Casa. De acordo com o laudo médico, Eunício "evolui bem" após a intervenção cirúrgica.

Os médicos informaram que o parlamentar já teve alta para um apartamento no hospital Santa Lúcia. Ele está "consciente, orientado, respirando espontaneamente e com sinais vitais normais". De acordo com o documento, Eunício foi internado na noite desta quarta-feira, 22, com crise de colecistite aguda e com obstrução por cálculos na vila biliar principal.

É mentirosa', reage Dilma à denúncia de que pediu dinheiro a Odebrecht

 

É mentirosa', reage Dilma à denúncia de que pediu dinheiro a Odebrecht

A ex-presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira, 2, por meio de nota, que é mentirosa a versão de que ela teria pedido ao ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht recurso para suas campanhas presidenciais em 2010 e 2014 por meio de caixa 2. Segundo ela, é um "insulto à sua honestidade" a tentativa, segundo Dilma, de "impor à ex-presidenta uma conduta suspeita ou lesiva à democracia ou ao processo eleitoral".

"É mentirosa a informação de que Dilma Rousseff teria pedido recursos ao senhor Marcelo Odebrecht ou a quaisquer empresários, ou mesmo autorizado pagamentos a prestadores de serviços fora do país, ou por meio de caixa dois, durante as campanhas presidenciais de 2010 e 2014", diz o texto.

A nota de Dilma acrescenta não ser verdade que ela designou o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega como responsável pela arrecadação financeira de suas campanhas presidenciais. "Nas duas eleições, foram designados tesoureiros, de acordo com a legislação. O próprio ex-ministro Guido Mantega desmentiu tal informação."

A ex-presidente conclui em nota que as doações a suas campanhas foram feitas dentro da legalidade eleitoral. "Por fim, cabe reiterar que todas as doações às campanhas de Dilma Rousseff foram feitas de acordo com a legislação, tendo as duas prestações de contas sido aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral", afirma.

Novo delator diz que Eike pagou propina a Cunha

 

Novo delator diz que Eike pagou propina a Cunha

Empresário relatou aos investigadores as "ilicitudes envolvendo o investimento do FGTS na empresa LLX, bem como envolvendo o empresário/executivo Eike Batista”.

O empresário Alexandre Margotto confirmou, em delação premiada, que Eike Batista pagou propina ao corretor Lúcio Funaro e ao deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para que o fundo de investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS) investisse, em 2012, R$ 750 milhões na empresa LLX Açú Operações Portuárias S.A.

Criada em março de 2007, a empresa fez parte do grupo EBX e, atualmente, é controlada pelo Grupo EIG, que adquiriu 53% do capital social da LLX Logística S.A. e mudou o nome para Prumo Logística S.A.

 Em depoimento gravado em vídeo, Margotto disse que Funaro não mantinha relações com Eike e dizia que o empresário não conseguiria "1 real" na Caixa sem sua ajuda.

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